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Humor político sem besteirol-Atualizado toda 3ª e 5ª feiras

Aos leitores

Este blogueiro estará em férias. Voltará dia 4 de fevereiro. Até lá.



Escrito por cláudio de oliveira às 09h13
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Charge do Dia

Agora, 8 de janeiro de 2011




Escrito por cláudio de oliveira às 09h07
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Charge do Dia

Agora, 7 de janeiro de 2011




Escrito por cláudio de oliveira às 09h05
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Charge do Dia

Agora, 6 de janeiro de 2011




Escrito por cláudio de oliveira às 09h15
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Charge do Dia

Agora, 5 de janeiro de 2011




Escrito por cláudio de oliveira às 09h01
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Humor político sem besteirol-Edição Extraordinária.

"Jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados"

Millôr Fernandes

Charge do Dia

Agora, 4 de janeiro de 2011




Escrito por cláudio de oliveira às 10h10
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Dilma privatista?

A presidente Dilma Rousseff decidiu abrir concessão às empresas aéreas para a construção e exploração durante 20 anos de novos terminais em aeroportos do Brasil. Ao mesmo tempo resolveu abrir o capital da Infraero, a estatal que administra os aeroportos. É o que revela a edicão da Folha de São Paulo de ontem, 3 de Janeiro.

Sobre as medidas, ressalto dois aspectos:

1- O debate ideológico e a propaganda política

Na campanha, a exemplos de outras, a campanha do PT tentou colar (com relativo sucesso, creio) o rótulo de “privatista” e “neoliberal” no PSDB. Fico com a opinião de Leandro konder, professor da UFRJ, para quem ambos os partidos são de tendência social-democrata. Mas, as campanhas eleitorais têm se tornado festivais de fantasias marqueteiras.

2- A realidade nua e crua.

O fato é que a presidente precisa cortar gasto para conter a perigosa escalada da inflação. Em que pese o discurso oficial cor de rosa, o mar não está pra peixe. O governo tem pouca grana para investimento e precisa correr com as obras para a Copa de 2014.

Discussões ideològicas à parte, acho que a presidente tomou uma medida correta.

Cláudio de Oliveira, jornalista e cartunista



Escrito por cláudio de oliveira às 10h04
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Agora, 2 de janeiro de 2011- Não votei em Dilma. Mas, confesso, fiquei contente em ver uma mulher subir a rampa do Palácio do Planalto e receber a faixa presidencial. Nestes tempos de mulher melão, mulher melancia, quando a condição feminina está reduzida a objeto sexual, isto é, a peitos e bundas siliconados, achei importante e significativo ressaltar o fato da petista ser a primeira mulher a assumir o comando do país. Ainda que eu não me emocione com o presidencialismo e ache o parlamentarismo mais democrático e superior. Então, desenhei a charge abaixo.



Escrito por cláudio de oliveira às 09h07
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Blog dos Quadrinhos

A charge foi destacada por Paulo Ramos, do Blog dos Quadrinhos do UOL, e recebeu elogios que deixaram este blogueiro envaidecido. Eis o link do blog:

http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/

Samuel Cabral, o meu editor de arte, curtiu a charge e encheu minha bola no seu facebook. Agradeço a generosidade do Samuca e dos nossos amigos.




Escrito por cláudio de oliveira às 09h03
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Agora, 1º de janeiro de 2011- Osso difícil de largar.




Escrito por cláudio de oliveira às 08h52
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Fim da era Lula 

O Agora deu duas páginas centrais com uma seleção de charges publicadas durante os oito anos do governo Lula. Ficou bem legal. O visual das peaginas foi um belo trabalho do infografista Rubens, colega do jornal. Confira abaixo.



Escrito por cláudio de oliveira às 08h50
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Agora é Dilma!

Os quadrinhos abaixo publiquei no Pasquim21 em novembo de 2002, logo após a primeira eleição de Lula como presidente da República. Aproveito a oportunidade de um novo governo, para reiterar a disposição deste chargista de cumprir a sua obrigação. Qual seja, a de fazer a crítica política.




Escrito por cláudio de oliveira às 08h43
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Escrito por cláudio de oliveira às 08h38
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Escrito por cláudio de oliveira às 08h35
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Escrito por cláudio de oliveira às 08h30
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Escrito por cláudio de oliveira às 08h26
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Escrito por cláudio de oliveira às 08h20
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Escrito por cláudio de oliveira às 08h16
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Poderia continuar com um "agora é Dilma".



Escrito por cláudio de oliveira às 08h12
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Humor e poder

O jornalismo de humor e a caricatura política se popularizaram no século XIX quando na Europa a imprensa se desenvolvia e expressivos setores lutavam contra as monarquias absolutistas. Pena, lápis e pincel dos artistas estavam apontados para reis, imperadores, czares e seus ministros.

Um dos mais importantes caricaturistas de todos os tempos, o francês Honoré Daumier, amargou, em 1832, seis meses de prisão após publicar caricatura do rei Luís Felipe I como Gargântua, o personagem glutão da comédia Gargântua e Pantagruel, de François Rabelais.

No Brasil, um dos pioneiros do humor gráfico nacional, o ítalo-brasileiro Angelo Agostini, usou seu talento para fustigar a monarquia e a escravidão. Com a tolerância do imperador Pedro II e as garantias da monarquia constitucional, Agostini notabilizou-se pela sua luta abolicionista.

O Barão de Itararé, pseudônimo jocoso de Aparício Torelli, num extremo de ironia, quis transformar o seu jornal A Manha no substituto do Diário Oficial em apoio ao presidente Washington Luiz. E pedia que as autoridades se dirigissem à tesouraria do jornal e fizessem as devidas gentilezas ao “nosso querido diretor”.

O semanário tinha como lema a frase “quem não chora não mama” e, além de ironizar o jornalismo oficialesco e governista de então, era um feroz crítico dos governos. Saía sempre às quintas-feiras, um “quinta-ferino” como se auto-intitulava, fechado várias vezes pelo presidente Getúlio Vargas. O jornalista Aparício Torelli foi um assíduo frequentador dos cárceres da ditadura varguista.

A tradição de crítica e irreverência da imprensa de humor continuou com o Pasquim, o semanário satírico fundado em 1969 e muitas vezes censurado pelos governos militares. A posição do jornal era expressa na anedota do náufrago espanhol que sobrevive e alcança uma ilha do Caribe. Anarquista convicto, ao encontrar um nativo dispara:

- Hay gobierno en esta isla? Soy contra!

Ziraldo, um dos fundadores do Pasquim, costuma dizer que não existe governo perfeito e cabe ao humorista apontar o dedo para as mazelas oficiais.

Millôr Fernandes, um dos mais expressivos nomes do humor nacional, afirma que “jornalismo é oposição, o resto é armazém de secos e molhados”. Do alto dos seus 86 anos, completados em maio, o “filósofo do Méier”, bairro carioca onde nasceu, diz ainda que o humor é necessariamente crítico. Ou seja, a tarefa do humor é vergastar os poderosos de plantão. Que fiquem incomodados ou não o governo e seus partidários.

Cláudio de Oliveira é jornalista e cartunista do jornal Agora São Paulo.



Escrito por cláudio de oliveira às 08h00
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